Fusão de secretarias municipais pode travar setor agrícola em Porto Velho, avaliam vereadores

alekspalito

A fusão de algumas secretarias municipais, como a de agricultura e a de meio ambiente, pode travar o setor produtivo em Porto Velho, segundo avalia o vereador Aleks Palitot (PTB). A lei referente a fusão foi votada em fevereiro e, na última quarta-feira (18), os vereadores aprovaram a revisão da restruturação.

O projeto de lei complementar 955/2017, de autoria do Executivo Municipal, que reestrutura a administração pública, segundo um dos técnicos envolvidos no projeto, tem por objetivo melhorar o desempenho de algumas secretarias e gerar economia, com a extinção de 93 cargos comissionados.

O projeto de revisão foi aprovado por 14 votos a favor, três contras, três ausências e uma abstenção regimental do presidente da casa, o vereador Maurício Carvalho (PSDB). Os vereadores Marcelo Cruz (PTB), Jair Montes (PTC) e Aleks Palitot (PTB) votaram contra.

Segundo a bancada governista na Câmara, liderada pelo vereador Alan Queiroz (PSDB), o projeto trará uma economia de mais de R$ 1 milhão de reais aos cofres da prefeitura devido à redução dos cargos comissionados. De acordo com Alan Queiroz, a decisão da nova reestruturação da prefeitura de Porto Velho advém de decisão judicial que se estende desde o ano de 2012.

Um dos críticos da medida, o vereador Aleks Palitot disse ao G1 que a junção de importantes secretarias pode atravancar o trabalho, burocratizando ainda mais o atendimento ao cidadão. Como exemplo, citou o caso das Secretarias de Turismo, Meio Ambiente e Agricultura, que agora funcionam sob uma mesma gestão.

“Porto Velho deixou de ser a capital do contracheque, hoje temos 900 mil cabeças de gado, sendo um município campeão na piscicultura e com sete mil quilômetros de estradas na área rural. Não tem cabimento transformar a secretaria que cuida desse importante setor numa subpasta de outra”, observou.

“Por estarmos na Amazônia é necessário um olhar para a questão da preservação ambiental. Somos a décima cidade com maior incidência de queimadas, além do problema do desmatamento, é preciso reduzir estes números o que pode ser feito ao empoderar a Sema”, ressalteou Palitot defendendo a independência da secretaria de meio ambiente.

O vereador Marcelo Cruz (PTB) também questionou o projeto. Em entrevista a vários órgãos de imprensa, ainda na quarta-feira, o parlamentar disse que o projeto foi votado às pressas e, como é muito volumoso, com mais de cem páginas, praticamente inviabilizou que a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), o analisasse com a devida prudência.

A bancada governista retrucou a afirmação do vereador, dizendo que todos foram convidados a conhecer o projeto desde fevereiro, quando houve a aprovação da matéria.

Fonte: G1/RO

 

 


 


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